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Revista Brasileira de Fisioterapia
Volume: 9 - 2005 Número: 3
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| Autores: |
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Davini, R., Nunes, C. V., Guirro, E. C. O. e Guirro, R R J.
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| Resumo: |
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Contexto: O uso de correntes elétricas que desenvolvem ações terapêuticas nos tecidos biológicos ou possibilitam a manutenção de suas funções tem sido extensamente preconizado como recurso fisioterapêutico em nosso país. A estimulação elétrica de alta voltagem (EEAV) é uma corrente terapêutica vastamente utilizada em alguns países da Europa, assim como nos Estados Unidos, sendo que as primeiras publicações científicas que utilizaram a EEA V datam da década de 1970. A literatura aponta vasto uso clínico desses estimuladores, contudo a sua comercialização e utilização no nosso país ainda são incipientes, em decorrência da pequena oferta de equipamentos, bem como do atual nível de conhecimento dos profissionais.
Objetivo: Revisar os efeitos da EEAV nas diferentes intervenções fisioterapêuticas, contribuindo na fundamentação da sua aplicação clínica.
Método: Revisão bibliográfica efetuada em livros textos e nas bases de dados Medline e PubMed e Periódicos da CAPES, no período de 1985 a 2004, tendo como ênfase os efeitos desencadeados nos diferentes tecidos, considerando os fatores como forma, freqüência, duração e amplitude do pulso, incluindo as modulações e as polaridades pertinentes que foram utilizadas em cada protocolo de tratamento.
Conclusão: Os estudos têm apresentado evidências acerca uso da EEAV no tratamento de edema e principalmente de lesões cutâneas crônicas, podendo se tornar um valioso recurso a ser utilizado pelo fisioterapeuta em nosso meio brevemente. |
| Palavras-chave: |
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estimulação elétrica, alta voltagem, edema, úlceras cutâneas crônicas. |
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| Autores: |
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Bevilagua-Grossi, D., Chaves, T. c., Lima-Duarte, K. e Oliveira, A. S.
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| Resumo: |
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Contexto: A Mordida Cruzada Posterior unilateral (MCPu) pode estar relacionada ao desenvolvimento de alterações neuromusculares do sistema estomatognático. No entanto, um padrão de atividade elétrica da musculatura mastigatória de crianças com MCPu ainda não foi determinado na literatura.
Objetivo: Comparar a atividade elétrica de músculos mastigatórios em crianças com MCPu comparadas a crianças com normoclusão.
Método: Participaram deste estudo seis crianças com MCPu à direita (MCPO: 7,5 ± 1,87 anos), seis com MCPu à esquerda (MCPE: 7,5 ± 1,87 anos) e oito normoclusão (8,14 ± 2,91 anos). A atividade elétrica dos músculos temporal porção anterior e masseter bilaterais foi avaliada por meio de eletromiografia de superfície durante a mastigação habitual e bilateral com freqüência controlada de 0,9 Hz. Para análise estatística foi utilizado o teste de ANOVA (p ≤ 0,05).
Resultados: Os resultados obtidos demonstraram não haver diferenças significativas entre os grupos MCPO, MCPE e normoclusão na atividade elétrica dos músculos mastigatórios avaliados nas duas situações de mastigação avaliadas, entretanto, foi observada tendência de maior atividade dos músculos elevadores homolaterais à mordida cruzada de crianças com MCPu, bem como maior atividade dos músculos masseteres e temporais anteriores direitos, em comparação aos músculos contralaterais, apenas em crianças com MCPO.
Conclusões: Esses resultados demonstram não haver diferenças na atividade elétrica dos músculos mastigatórios de crianças com MCPu. No entanto, a grande variabilidade observada nas crianças com MCPu, principalmente nas crianças com MCPO, pode ter mascarado as diferenças entre os grupos avaliados. |
| Palavras-chave: |
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mordida cruzada posterior, eletromiografia, mastigação habitual, mastigação não habitual, má oclusão. |
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| Autores: |
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Camargo, P. R., Oishi, J. e Viotto, M. J. S.
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| Resumo: |
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Contexto: As afecções do manguito rolador limitam o movimento humano e a avaliação apropriada de suas estruturas é importante para o diagnóstico e a reabilitação dos indivíduos. No entanto, são escassos os estudos morfométricos que fornecem detalhes sobre a localização topográfica dessas estruturas.
Objetivo: O presente estudo identificou a localização anatômica do tendão subescapular, um componente anterior do manguito rotador, em 3 posições usualmente utilizadas durante a palpação para avaliação clínica: neutra, com o membro superior aduzido ao lado do tórax (PN), antebraço f'letido atrás das costas (PAC) e antebraço fletido sobre o abdome (PAB).
Método: Foram dissecados 13 ombros de cadáveres adultos, de ambos os sexos. Nas posições adotadas foram mensuradas as distâncias entre o tubérculo menor e o processo coracóide, assim como entre o tubérculo menor e o acrômio.
Resultados: As distâncias tubérculo menor ao processo coracóide nas posições PN, PAC e PAB foram: 2,29 ± 0,62 em. 1,71 ± 0,52 cm. 1.27 ± 0,23 cm respectivamente, com diferença nas distâncias da PN em relação à PAC (p = 0,01) e PAB (p = 0,0001), As distancia do tubérculo menor ao acrômio nas posições PN, PAC e PAB foram: 3,95 ± 0,59 cm. 4,96 ± 0,27 cm e 4,04 ± 0,50 cm, respectivamente, com diferença entre PN c PAC (p = 0,001) e entre PAC e PAR (p = 0,0002). Foi identificada fusão do tendão do subescapular com o do supra-espinal e com a cápsula articular. Algumas fibras tendinosas do músculo subescapular alcançam o ligamento transverso do úmero.
Conclusões: Os resultados deste estudo mostram que a maior exposição do tendão do subescapular ocorre na posição neutra. |
| Palavras-chave: |
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músculo subescapular, tendão, manguito rolador, ombro, anatomia. |
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| Autores: |
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Borghi-Silva, A., Sampaio, L. M. M., Toledo, A., Pincelli, M. P. e Costa, D.,
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| Resumo: |
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Introdução: Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (OPOC) apresentam prejuízos sobre a capacidade de exercício físico. A ventilação não-invasiva (VNI) tem sido associada ao exercício físico com o objetivo de melhorar a tolerância aos esforços lesses pacientes.Objetivos: Avaliar os efeitos agudos da aplicação da pressão positiva nas vias aéreas por dois níveis pressóricos (BiPAP®) sobre a tolerância ao exercício físico, a dispnéia e a saturação periférica de oxigênio (SpO2) em pacientes com DPOC.Material e Métodos: Foram estudados 27 pacientes com DPOC (68 ± 8,3 anos) com volume expiratório forçado no 1º segundo (VEF1) < 50% do previsto e sintomas de dispnéia aos esforços. Os pacientes foram submetidos, de modo randomizado, a dois testes da caminhada de 6 minutos em esteira (TC6E); um com a aplicação do BiPAP®, com níveis pressóricos inspiratórios de 14 ± 1 cmH2O e expiratórios de 6 ± 1 cmH2O, e outro sem o BiPAP®. Foram mensuradas as distâncias percorridas, a SpO2, a freqüência cardíaca (FC) e a dispnéia no início e a cada dois minutos do TC6E.Resultados: Comparando o TCE6 com o BiPAP® com o TC6E em o BiPAP® constatou-se maiores valores na distância percorrida (338 ± 72 versus 300,5 ± 84 metros), da SpO2 final (90 ± 3 .lcrsus 84 ± 5%) e menores valores de dispnéia (1 ± 1 versus 3 ± 2), respectivamente, com p < 0,05. Entretanto, a FC foi semelhante entre os testes.Conclusão: O BiPAP® pode aumentar a tolerância ao exercício, manter a oxigenação e reduzir a dispnéia em pacientes com DPOC, constituindo um novo método a ser empregado pelo fisioterapeuta como coadjuvante ao treinamento físico. |
| Palavras-chave: |
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BiPAP®, OPOC, dispnéia, tolerância ao exercício. |
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| Autores: |
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Britto, R. R., Vieira, D. S. R., Rodrigues, J. M., Prado, L. F. e Parreira, V. F.
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| Resumo: |
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Contexto: O sistema respiratório sofre alterações inerentes ao envelhecimento. O conhecimento dessas modificações contribui para a detecção e prevenção de disfunções respiratórias em idosos.Objetivo: Comparar o padrão respiratório entre adultos e idosos saudáveis.Métodos: Dezoito idosos (60-80 anos) e dezenove adultos (18-40 anos) foram estudados. A pletismografia respiratória por indutância calibrada foi utilizada para medir as variáveis volume corrente (VT), freqüência respiratória (ƒ), ventilação minuto (VE), porcentagem do tempo inspiratório em relação ao tempo total do ciclo respiratório (TI/TTOT), fluxo inspiratório médio (VT/TI), contribuição da caixa torácica (%CT/VT) e do abdome (%AB/VT) para o volume corrente. A oximetria de pulso foi utilizada para medir a saturação periférica da hemoglobina em oxigênio (SpO2) e freqüência cardíaca (FC). As medidas foram registradas em repouso, com os sujeitos posicionados em decúbito dorsal a 30° de inclinação de tronco. A análise estatística aplicada foi teste t de Student para grupos independentes, considerando significativo p < 0,05.Resultados: Não houve diferença estatística entre os grupos estudados em relação ao VI (p = 0,13) e à f (p = 0, 10); a contribuição toracoabdominal foi semelhante entre adultos e idosos (p = 0,79); a Sp02 foi significativamente menor nos idosos quando comparada a dos adultos (p = 0,002).Conclusão: Os resultados mostraram que não houve diferença do padrão respiratório entre os adultos e os idosos avaliados em repouso em decúbito dorsal a 30° de inclinação de tronco, sugerindo que o processo de envelhecimento do sistema respiratório na população estudada não provocou grande impacto nos parâmetros analisados. |
| Palavras-chave: |
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envelhecimento, padrão respiratório, pletismografia respiratória por indutância. |
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| Autores: |
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Lizardo, J. H. F. e Simões, H. G.
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| Resumo: |
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Objetivo: Investigar os efeitos de diferentes sessões de exercícios resistidos sobre a hipotensão pós-exercício (HPE). Métodos: 11 indivíduos normotensos treinados (23,9 ± 4,3 anos; 79 ± 7,7 kg; 177,6 ± 7,4 cm) realizaram, em dias distintos, 4 sessões de exercícios resistidos: 1. 2 séries de 30 repetições a 30% de I repetição máxima (1 RM) e pausa de 1 min. entre as séries (30% 1 RM: n = 11); 2. 2 séries de 8 repetições a 80% 1 RM e pausa de 2 min. (80% I RM; n = 11); 3. 4 séries de exercícios para membros superiores, sendo 30 repetições a 30% 1 RM e 1 min. de pausa (MS; n = 7); e 4. 4 séries de exercícios para membros inferiores, com 30 repetições a 30% 1 RM e 1 mino de pausa (MI; n = 7). Exercícios realizados: Supino reto, leg press, desenvolvimento, mesa extensora e flexora, adução-ombros, flexão plantar, puxador, abdução-quadril e rosca direta (30% 1 RM e 80% I RM); supino reto, desenvolvimento, adução-ombro, puxador e rosca direta (MS); leg press, mesa extensora e flexora, flexão plantar e abdução-quadril (MI). Pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD), média (PAM) e freqüência cardíaca (FC) foram mensuradas em POUSO, no final dos exercícios e durante 120 pós-exercício. Resultados: HPE de PAS foi observada após todas as sessões (p < 0,05), enquanto HPE de PAD e PAM foi observada apenas após as sessões de 30% I RM e 80% I RM. Valores de PAD e PAM foram maiores 50 e 70 mino após sessão de MS quando comparados à sessão de MI (p < 0,05). Conclusão: Volume, intensidade massa muscular envolvida e/ou a proximidade dos músculos exercitados em relação ao coração (MS vs MI) podem influenciar a HPE resistido. |
| Palavras-chave: |
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pressão arterial, hipotensão pós-exercício, exercício resistido. |
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| Autores: |
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Mendes, R. G., Cunha, F. V., Pires Di Lorenzo, V. A., Catai, A. M. e Borghi-Silva, A.
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| Resumo: |
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Introdução: A cirurgia cardíaca (CC) leva a importantes alterações na função pulmonar, sendo necessário oferecer recursos fisioterapêuticos eficazes a esses pacientes.Objetivos: Avaliar o comportamento da função pulmonar, da força muscular inspiratória (FMI) e da mobilidade toraco-abdominal (MTA) em dois protocolos distintos de intervenção em pacientes submetidos à CC. Metodologia: Dezesseis pacientes (57 ± 11 anos) foram divididos aleatoriamente em 2 grupos: grupo CPAP (GCP; n = 8), que realizaram 30 minutos de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) com níveis pressóricos de 7 a 10 cmH2O, e grupo intervenção fisioterapêutica (GIF; n = 8). Foram avaliados a capacidade vital (CV), a capacidade vital forçada (CVF), o volume piratório forçado no 1º segundo (VEF1), o fluxo expiratório forçado (FEF25-75%), o pico de fluxo expiratório (PF) e a FMI no pré-ratório, 1º e 5º PO e MTA no pré-operatório e 5º PO.Resultados: Constatou-se reduções significativas de VEF1, FEF25-75%, PF e FMI em ambos os grupos tratados, quando comparado pré-operatório com 1º PO. Para a CV, apenas GIF apresentou reduções do pré-operatório para 1º PO (p < 0,001). Analisando o retorno das variáveis do 5º PO aos valores pré-operatórios, somente a FMI não reverteu os valores no GIF, bem como o FEF25-75% não retomou no GCP. Em relação à MTA, foi constatada redução significativa em ambos os grupos apenas para os níveis axilares (p < 0,05). Entretanto, não foram encontradas diferenças entre os grupos (Mann-Whitney test).Conclusões: A CC produz alterações importantes da função pulmonar, FMI e MTA, sendo que tanto a aplicação da CPAP como a intervenção fisioterapêutica podem levar a reversão até a alta hospitalar. |
| Palavras-chave: |
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CPAP, fisioterapia, espirometria, cirurgia cardíaca, força muscular respiratória. |
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| Autores: |
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Faria, J. C., Dias, R. C., Machala, C. C., Alencar, M. A., Arantes, P. M. M. e Dias, J. M. D.
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| Resumo: |
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Contextualização: Em idosos, a capacidade de se levantar de uma posição sentada em um menor tempo associa-se a menos comonorbidades e para realizar essa atividade, força e potência de extensores e flexores de joelho são importantes. Ao aumentar a velocidade do levantar-se, mudanças temporais ocorrem apenas nas fases I e II do movimento.
Objetivo: Comparar o tempo para levantar-se até o final da fase II em idosas com e sem osteoartrite (OA) de joelho e determinar correlações entre esse tempo, pico de torque e potência das musculaturas de joelho nas idosas com OA.
Método: Os tempos dos dois grupos, com (n = 38) e sem OA (n = 22), ambos compostos por idosas vivendo na comunidade, foram comparados e no grupo sintomático foram investigadas correlações entre esse tempo, pico de torque e potência isocinética de extensores e flexores de joelho, nas velocidades de 60º/s e 180º/s.
Resultados: Os tempos foram estatisticamente diferentes (p = 0.0001) entre os grupos com OA (0,43 ± 0,24 s) e sem OA (0,23 ± 0,12 s). Não foram encontradas correlações significativas entre tempo e parâmetros de função muscular, em ambas as velocidades.
Conclusões: Idosas com OA levam mais tempo para realizar as fases I e II da atividade do que as assintomáticas. Isso aponta uma disfunção pré-clínica e a necessidade de intervenção precoce. A ausência de correlações sugere que a musculatura de joelho não é essencial para influenciar no tempo dessas fases, e mostra a necessidade de investigação de correlações desse tempo e outras musculaturas. |
| Palavras-chave: |
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idosas, osteoartrite, atividade de passar de sentado para de pé, joelho, função muscular. |
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| Autores: |
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Botelho, A. P., Facio, F. A. e Minamoto, V. B.
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| Resumo: |
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Objetivo: Desenvolver modelo alternativo de lesão muscular causada por eletroestimulação (EE). Materiais e Métodos: Foram usados ratos Wistar 306 ± 12,4 g) e o músculo analisado foi o tibial anterior (TA). O equipamento utilizado para a EE foi o Dualpex 961 com os seguintes parâmetros: largura de pulso de 1 m/s, intensidade de 3 ou 4 m/A. Ton/Tott de 4 s e freqüência de 30 Hz durante 90 minutos, por meio de 2 eletrodos fixados no nervo fibular. Durame todo o período da EE. o TA encontrava-se imobilizado em flexão plantar máxima com pequena tala de madeira fixada por meio de fita crepe. Previamente à EE, os animais foram anestesiados com hidrato de cloral (460 mg/kg - 1.4 ml/300g, IP) e sacrificados após 5 dias da indução. Os músculos eletroestimulado e contralateral de cada animal foram pesados e divididos em três regiões: proximal, média e distal. De cada região foram obtidas secções (10µm) em criostato. Os cortes foram submetidos à coloração de Azul de Toluidina e avaliados por meio de microscópio de luz. Resultados: Os músculos eletroestimulados apresentaram sinais característicos de lesão muscular, sendo a região distal a mais comprometida. Foi também observada diminuição do peso do músculo lesado quando comparado ao contralateral (0,20 ± 0,001 % versus 0,25 ± 0.010% p < 0,01, teste t de Student, 5%). Conclusão: O modelo proposto foi eficaz para produção de lesão. É de simples aplicação e utiliza materiais de baixo custo e fácil aquisição, sendo uma alternativa aos modelos tradicionais para indução de lesões muscular. |
| Palavras-chave: |
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modelo de lesão, estimulação elétrica, tibial anterior, rato Wistar. |
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| Autores: |
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Baraúna, M. A., Canto, R. S. T., Sanchez, H. M., Bustamante, J. C. F., Ventura-Silva, R. A. e Malusá, S.
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| Resumo: |
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Objetivo: O presente estudo teve por finalidade verificar a presença ou não de correlações existentes entre a cifolordometria e o método de Cobb, exame radiográfico, avaliando a sua validade e confiabilidade, estabelecendo critérios para avaliar a curva torácica por meio do cifolordômetro.Método: Para avaliar a convexidade torácica foram utilizados dois métodos distintos: o exame radiográfico e a avaliação realizada no cifolordômetro. Foram submetidos 30 pacientes com idade média de 39 ± 15,8 anos a uma radiografia da coluna torácica, incidência perfil, e posteriormente a mesma curva foi mensurada no cifolordômetro. A avaliação da curva torácica no cifolordômetro constou de três medidas sucessivas, realizadas com o objetivo de verificar a validade intra-observatória desse método.Resultados: Observou-se que há correlação positiva e significativa entre os dois métodos abordados (rs > 0,72 e p < 0,000). Também foi estabeleci da uma metodologia clara e de fácil reprodução para avaliar a curva torácica no cifolordômetro, e por meio da análise das três medidas realizadas em cada elemento da amostra foi confirmada a confiabilidade intra-observatória (p > 0,02) do método em discussão.Conclusão: Os resultados deste estudo mostram que o cifolordômetro é um método confiável, de fácil acesso, alta reprodução e de muita eficácia na mensuração da curva torácica. |
| Palavras-chave: |
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coluna torácica, mensuração da cifose, confiabilidade, validade, cifolordômetro. |
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| Autores: |
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Iunes, D. H., Castro, F. A., Salgado, H. S., Moura, I. C., Oliveira, A. S. e Bevilaqua-Grossi, D.
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| Resumo: |
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Objetivo: Propor avaliação quantitativa das assimetrias posturais e verificar a confiabilidade intra e interexaminadores e a repetibilidade do método.
Métodos: Participaram 21 voluntários (24 ± 1,9 anos) que tiveram fotografados a face e o corpo todo nos planos frontal anterior, posterior e sagital. Os ângulos estudados foram traçados nas fotos digitais, a partir de marcadores fixos à pele em vários pontos anatõmicos, que são referências freqüentes na avaliação postural tradicional. A análise da confiabilidade foi efetuada a partir das medidas angulares de uma mesma foto, obtidas por um único examinador em duas ocasiões (intra-examinadores) intervaladas por um mês e de uma só medida realizada por um terceiro examinador (interexaminadores). A repetibilidade do método foi analisada pelas medidas angulares tomadas por um examinador em 2 fotos diferentes do mesmo sujeito, realizadas com intervalo de uma, semana. O coeficiente de correlação intraclasse (lCC) foi aplicado com nível de significância de 5%.
Resultados: O método proposto apresenta significativa confiabilidade intra e interexaminadores para a maioria dos ângulos estudados. No entanto, a cifose torácica apresentou níveis não aceitáveis de confiabilidade para a análise inter (lCC = 0,603) e intra-examinador (ICC = 0,031). Na repetibilidade do método, a maioria dos ângulos estudados apresentou baixo nível de confiabilidade, exceto pelos ângulos de inclinação do pé direito (lCC = 0,863) e triângulos de Talles (esquerdo ICC = 0,922 e direito = 0,867).
Conclusão: Nessas condições experimentais, a maioria dos valores angulares obtidos pelo método proposto apresentou confiabilidade intra e interexaminadores. No entanto, sua repetibilidade é baixa, sugerindo que o método é pouco indicado para o acompanhamento de mudanças posturais. |
| Palavras-chave: |
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fotogrametria, postura, avaliação, repetibilidade, confiabilidade. |
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| Autores: |
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Possi, F. Z., Marin, A. C., Almeida, F. L., Lahoz, G. L., Takata, E. T. e Masiero, D.
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| Resumo: |
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Objetivo: Verificar a freqüência da ocorrência de discrepância de membros inferiores após a artroplastia total de quadril, por meio de análise radiográfica. São apresentados o conceito de discrepância de membros inferiores, os métodos de avaliação existentes para a obtenção da discrepância de membros inferiores e sua importância clínica.
Material e Métodos: Foram analisados exames de 120 pacientes portadores de osteoartrose primária ou secundária unilateral, sendo 72 do sexo masculino e 48 do feminino, com idades variando entre a 2ª e a 7ª década de vida. Os participantes desta pesquisa foram pacientes operados pelo Grupo do Quadril, do Departamento de Ortopedia e Traumatologia do Hospital São Paulo. Com radiografias simples em plano anteroposterior utilizando o software Corel Draw, versão 10, foram realizadas três linhas para medida e pela diferença entre essas linhas de medida foi obtida a diferença entre os membros inferiores. O teste de hipótese foi verificado pela aplicação de teste paramétrico da diferença das médias. A apresentação estatística incluiu o cálculo de medidas de tendência central e de dispersão.
Resultados: Foi observado que entre os 120 pacientes submetidos a artroplastia total de quadril avaliados neste estudo, 100 apresentaram discrepância de membros inferiores, sendo 35% alongamentos (discrepâncias positivas) e 65% encurtamentos (discrepâncias negativas). Essas diferenças foram maiores que 1 cm, seja negativos ou positivos, em 36% dos pacientes avaliados.
Conclusão: Houve discrepâncias entre os membros inferiores após artroplastia total de quadril, sendo maiores de I cm em 36% dos pacientes. |
| Palavras-chave: |
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discrepância de membros inferiores, artroplastia total de quadril. |
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| Autores: |
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Ries, L. G K. e Bérzin, F.
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| Resumo: |
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Objetivo: O objetivo deste estudo foi analisar os sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em crianças portadoras de paralisia cerebral.
Material e Métodos: Foram avaliadas 22 crianças entre 5 e 13 anos, sendo 10 portadoras de paralisia cerebral espástica (9,1 ± 2,64 anos) e 12 normais (7,91 ± 0,99 anos). Foram colhidas informações sobre mastigação, dor muscular e articular e ruídos articulares. Também foi determinado o índice de disfunção clínica de Helkimo e o grau de espasticidade por meio da Escala de Espasticidade Ashworth Modificada.
Resultados: Os resultados indicam que não há diferença significativa (p = 0,231) na máxima abertura bucal entre os grupos. Contudo, no movimento lateral direito (p = 0,001), no movimento lateral esquerdo (p = 0,048) e na protrusão (p = 0,009) observou-se significativa diferença.
Conclusão: Muitas crianças com paralisia cerebral não realizaram o movimento de protrusão (50%) e a lateral idade para um dos lados (40%), mas a severidade da disfunção temporomandibular não está relacionada com a severidade da espasticidade. |
| Palavras-chave: |
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disfunção temporomandibular, crianças, paralisia cerebral. |
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| Autores: |
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Teixeira-Salmela, L. F., Faria, C. D. C. M., Guimarães, C. Q., Goulart, F., Parreira, V. F., Inácio, E. P. e Alcântara, T. O.
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| Resumo: |
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Contextualização: A alta incidência de Acidentes Vasculares Encefálicos (AVE), a significativa taxa de sobrevida e a permanência de incapacidades pós-AVE justificam a importância de avaliar a Qualidade de Vida (QV) desses pacientes.Objetivo: Avaliar os ganhos na QV de hemiplégicos crônicos comunitários após a realização de um programa de treinamento físico em grupo e apontar os domínios de QV significativamente responsáveis por tais ganhos.Método: 30 indivíduos de ambos os sexos realizaram 30 sessões de um programa de treinamento físico envolvendo atividades aeróbias associadas a exercícios de musculação e foram avaliados antes e imediatamente após a intervenção. Desses, 22 (57,66 ± 11,95 anos) foram reavaliados após um ano do término das atividades (Ifollow-up). A QV foi investigada nas três avaliações mediante o Perfil de Saúde de Nottingham, questionário com seis domínios de QV. ANOVA medidas repetidas com contrastes pré-planejados foi utilizada para investigar o comportamento da pontuação total e de cada domínio nos três momentos avaliados (α < 0,05).Resultados: Foram observadas melhoras significativas com o treinamento físico na pontuação total e nos domínios de nível de energia, reações emocionais e habilidades físicas (p < 0,05), sendo habilidade física o que apresentou os maiores ganhos (34,2%). Os resultados do follow-up revelaram que não houve diminuição significativa em nenhuma das medidas.Conclusão: Os benefícios obtidos com o treinamento físico permaneceram após um ano do término das atividades, sugerindo que os indivíduos incorporaram os ganhos advindos com o programa em suas rotinas diárias, mantendo uma melhor percepção de QV. |
| Palavras-chave: |
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AVE, hemiplegia, treinamento, destreinamento, qualidade de vida, Perfil de Saúde de Nottingham. |
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| Autores: |
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Sato, T. O. e Gil Coury, H. J. C.
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| Resumo: |
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Objetivo: Comparar os resultados do Roteiro para Avaliação de Riscos Musculoesqueléticos (RARME) com a Análise Ergonômica do Local de Trabalho (EWA) e com sintomas relatados pelos trabalhadores, a fim de testar a validade do RARME.
Métodos: Quarenta trabalhadores industriais que realizavam atividades repetitivas e de manuseio de cargas participaram do estudo. Foram aplicados: o RARME, a EWA e um questionário avaliando a presença de sintomas e as regiões acometidas.
Resultados: Os resultados indicaram que o RARME é capaz de distinguir entre atividades de alto, médio e baixo risco, mas esta não é uma condição suficiente para assegurar a validade do protocolo, uma vez que o RARME não se correlacionou com os sintomas relatados e com a avaliação do local de trabalho realizada pelo trabalhador. No entanto, a EWA também não apresentou boa correlação com a presença de sintomas, indicando a existência de dificuldades na avaliação da validade desses protocolos.
Conclusões: A especificidade dos protocolos, associada à variabilidade da exposição e a dificuldades metodológicas na aplicação desses instrumentos, parece explicar parte desses resultados. Apesar disso, o RARME pode ser considerado uma ferramenta útil, fácil de ser aplicada e abrangente, por incluir a maioria dos fatores de risco apontados na literatura. Além disso, não há ferramenta similar disponível em língua portuguesa. Uma versão aprimorada do RARME é apresentada. |
| Palavras-chave: |
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LER/DORT, avaliação de risco, registro postural, RARME, análise ergonômica do posto de trabalho. |
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| Autores: |
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Polacow, M. L. O., Dib-Giusti, H. H. K., Leonardi, G. R., Vieira, C. E. C., Guirado, G. N., Zague, V., Di Pierro, R., Ribeiro, M. C. de A. P. e Pires-de-Campos, M. S. M.
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| Resumo: |
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Objetivo: Estudar os efeitos dos tratamentos com ultra-som (US) e d-pantenol (d-p) na reparação tegumentar em ratos por meio de análise histométrica e histopatológica.Método: Foram utilizados 50 ratos Wistar, anestesiados por Thionembutal Sádico (50 mg/kg), dos quais foi retirado 1 cm2 de pele na região dorsal, sendo que 25 foram submetidos a tratamento diário por 7 dias e 25 por 14 dias. Os grupos experimentais (n = 5) foram: controle (C), gel (G), US (3 MHz, O, 1W/cm2, 1 minuto, modo contínuo), d-p na concentração de 10% e US+d-p. Secções de 6 µm de espessura da lesão foram processados para coloração em Hematoxilina-Eosina. A re-epitelização e o número de fibroblastos e leucócitos foram obtidos num processado r de imagens (Software Image-ProPlus® e analisados pelo teste ANOYA, seguido de Tukey para comparação das médias.Resultados: A re-epitelização dos grupos US (1869,6 ± 238,4 µm) e US+d-p (2167,7 ± 232 µm) foi maior (p ≤ 0,05) em relação ao C (987,7 ± 146,8 µm), mas não diferiram entre si. O número de fibroblastos no grupo US (419 ± 37) com sete dias de tratamento foi significativamente maior em relação aos demais grupos: (C: 250 ± 17), (d-p: 296 ± 49) e (US+d-p: 274 ± 18). No grupo US, tratado por sete dias, a média de leucócitos (134 ± 15) foi menor (p ≤ 0,05) em relação ao C (253 ± 37), d-p (222 ± 29) e US+d-p (153 ± 14), evidenciando seu efeito na fase inicial do processo inflamatório.Conclusões: O US acelera o processo de reparo, bem como associado ao d-p. Porém, essa associação dos tratamentos, US+d-p, não mostrou resultados significantivos em relação ao tratamento com US isolado. |
| Palavras-chave: |
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ultra-som, d-pantenol, re-epitelização, histometria, fonoforese. |
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| Autores: |
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Roesler, H., Canavezzi, A., Bonamigo, E. C. B. e Haupenthal, A.
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| Resumo: |
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Objetivo: O objetivo deste trabalho foi testar a funcionalidade do sistema de suporte de peso corporal (SPC) instrumentalizado e medir a quantidade de suporte de peso durante o treino de marcha em esteira. Método: No SPC instrumentalizado foram inseridas duas células de carga, uma tipo anel para medição da força vertical e outra tipo viga retangular para medição da carga no suporte manual. Somando-se as forças das células tem-se a carga total do SPC durante a marcha. Para testar a funcionalidade do sistema foi realizado ensaio com um paciente com paralisia cerebral diplégica. Resultado: Este paciente que possuía autonomia de 33 passos sem apoio conseguiu realizar o ensaio nas velocidades de 1,0 km/h a 3,5 km/h, caminhando por 10 mino Foi conseguida a mensuração da quantidade de peso suportada pelo instrumental durante todo o ensaio. Com base nas aquisições, pode-se ver que o porcentual suportado está continuamente variando com a locomoção do paciente. A utilização do SPC instrumentalizado durante o treino de marcha gerou algumas vantagens: saber o valor e a variação da porcentagem de peso, gerar retroalimentação para o paciente e armazenar dados para o acompanhamento do paciente e de sua evolução ou para compará-lo aos outros pacientes. Conclusão: O equipamento desenvolvido funcionou eficazmente e foi possível mensurar a força durante a marcha com SPC na esteira. Ficou caracterizado que esta força não é constante e varia também com o aumento da velocidade da marcha. |
| Palavras-chave: |
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instrumentação, suporte de peso corporal, marcha. |
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| Autores: |
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Vieira, W. H. B., Santos, G. M. L., Parizotto, N. A., refez, S. E. A., Baldissera, V. e Shwantes, M. L. B.
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| Resumo: |
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Objetivo: O propósito deste estudo foi verificar o limiar de anaerobiose em resposta ao exercício em esteira em ratos submetidos à fotoestimulação por laser de baixa intensidade (780 ηm). Método: Foram utilizados neste estudo 40 ratos machos jovens (30 dias), Wistar, com peso inicial médio de 111 ± 10 g, os quais foram divididos em dois grupos: 1. grupo exercício controle (GEC) e 2. grupo exercício laser (GEL), ambos submetidos a um treinamento aeróbio em esteira e a testes de esforço crescente (em degraus descontínuos) visando à determinação do limiar de anaerobiose. O laser foi aplicado nos principais músculos da marcha, imediatamente após cada sessão de treinamento. Para a dosagem do lactato utilizou-se um lactímetro. A estatística foi realizada por meio dos testes ANOVA e post-hoc de TUKEY. O nível de significância foi considerado (p ≤ 0,05). Resultados: Após o período de treinamento, os dois grupos exibiram aumento na velocidade máxima da corrida e o limiar de anaerobiose se mostrou deslocado para um nível de maior esforço (p < 0,01). As medidas de lactacidemia mostraram ligeira redução durante a obtenção do limiar de anaerobiose, sobretudo no GEC. Entretanto, não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos para as variáveis analisadas, apesar de o GEL ter mostrado comportamento diferenciado no decorrer das semanas, no que se refere ao padrão da curva de esforço. Conclusões: Esses dados sugerem que alterações na lactacidemia, em ratos treinados, permitem a determinação do limiar de anaerobiose e que o treinamento aeróbio possibilitou adaptações fisiológicas no sentido de aumento na capacidade oxidativa dos animais. |
| Palavras-chave: |
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limiar anaeróbio, lactato sanguíneo, treinamento de endurance, rato, LLLT. |
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